O mundo contemporâneo, conforme retratado pelas manchetes internacionais deste início de 2026, parece ter abandonado a previsibilidade diplomática para caminhar em direção ao que as Escrituras descrevem como a “apoteose dos tempos”. Se por um lado os fóruns econômicos buscam soluções para crises sistêmicas, por outro, os seminários escatológicos enxergam nessas movimentações o cumprimento milimétrico das profecias de Daniel, Ezequiel e Apocalipse. Não estamos diante de eventos isolados, mas de uma orquestração global que aponta para o fechamento de um ciclo milenar.

Este diagrama é baseado nas palavras de um grande teólogo e perito em escatologia brasileiro , escritor e autor do livro “Eschaton’ e “Contagem Regressiva”, pr. Ednaldo de Carvalho.
O grande catalisador deste cenário é o surgimento do Board of Peace (Conselho de Paz), oficializado em Davos pelo presidente Donald Trump. Embora o pretexto inicial tenha sido a reconstrução da Faixa de Gaza, o organismo rapidamente revelou ambições universais. Ao afirmar que o grupo poderá “fazer praticamente o que quiser” em simbiose com as Nações Unidas, Trump não apenas redesenhou o multilateralismo, mas, sob a ótica profética, lançou as bases para a estrutura de autoridade mundial que servirá de palco para o Anticristo. A “aliança por uma semana” (sete anos) mencionada em Daniel 9:27 encontra eco nesse novo sistema de governança, sugerindo que o “falso shalom” — a paz pragmática e humana — é o prelúdio da Grande Tribulação.
Neste tabuleiro de xadrez, a peça mais intrigante é a aproximação entre Trump e Vladimir Putin. O convite para que o líder russo integre o Conselho como membro fundador alinha-se de forma perturbadora à profecia de Ezequiel 38. A identificação da Rússia moderna como Magog e Putin como o líder de uma coalizão com a Turquia (Togarma) e o Irã (Pérsia) ganha contornos de realidade logística. Com o controle da Crimeia e o acesso estratégico ao Mediterrâneo via bases na Síria, o cenário para o “saque das riquezas” de Israel está montado. O convite para um conselho de paz pode ser, ironicamente, o mecanismo que levará Israel a baixar a guarda, permitindo a invasão profetizada no momento em que a segurança parecer garantida.
Enquanto a diplomacia se centraliza, a economia se digitaliza. A extinção do papel-moeda e a implementação das CBDCs (Moedas Digitais de Bancos Centrais), como o Drex no Brasil, marcam o fim da privacidade financeira. Mais de 120 nações estão fundindo suas soberanias sob o guarda-chuva do FMI, criando um sistema onde o consumo e a sobrevivência tornam-se concessões estatais. Esse controle total, impulsionado pela computação quântica, Inteligência Artificial e a conectividade 6G, é a materialização tecnológica do “comprar ou vender” profetizado em Apocalipse 13. A vigilância 24 horas não é mais um distopia literária, mas uma infraestrutura de rede já operacional.
No centro deste relógio está Israel. O retorno dos judeus à sua terra em 1948 foi o despertar do ponteiro das nações, cumprindo Isaías 66:8 e inaugurando a geração de transição. Se observarmos a história humana sob o prisma dos sete milênios — onde um dia para Deus equivale a mil anos — a cronologia torna-se urgente. Do Éden a Abraão, de Abraão a Jesus e de Jesus à atualidade, percorremos seis dias de trabalho criativo e humano. Estamos agora no “amanhecer do terceiro dia” desde Cristo; o crepúsculo do sexto dia desde Adão. Somos a geração destinada a presenciar a inauguração do Sétimo Milênio: o Reino Messiânico.
Conclui-se, portanto, que a convergência entre a ciência que se multiplicou (Daniel 12:4) e a rebelião intelectual que promete a “divindade humana” via transumanismo é o sinal definitivo da iminência do arrebatamento. O soar da “última trombeta” não será uma frequência captada pelo ouvido biológico, mas um chamado espiritual ao córtex cerebral dos escolhidos. Em um mundo que clama por paz e segurança através de conselhos de homens, a verdadeira esperança reside na palavra da perseverança. A geopolítica de 2026 não é o fim, mas o convite final para aqueles que buscam a proteção daquele que detém o controle absoluto sobre o tempo e a história.
